
10.02.2026
Momentos como estes exigem coragem para decidir, rapidez na ação, meios no terreno e uma coordenação exemplar das entidades públicas. O que não se exige, nem se aceita, é propaganda. As pessoas não precisam de vídeos institucionais; precisam de respostas, apoio e respeito.
Os fenómenos naturais extremos têm-se tornado cada vez mais frequentes e tudo indica que continuarão a intensificar-se no futuro. Preparar-nos para as alterações climáticas não é uma opção: é uma obrigação. Prevenir, antecipar e responder com eficácia é hoje uma exigência política e moral.
As tempestades que se abatem sobre Portugal deixam um rasto de devastação assustador. O cenário é desolador e o sofrimento das populações incalculável. Casas destelhadas, carros esmagados por árvores, empresas destruídas e, com elas, postos de trabalho comprometidos. Milhares de pessoas ficaram sem eletricidade, água ou sequer um teto. Uma palavra resume tudo: calamidade.
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